Quanto mais gente se tem em volta,
menos gente se tem dentro,
menos gente pra nos ouvir reclamar,
menos gente pra correr por ai e dizer:
"Amanhã, talvez, outra vez!"
E então, viajamos felizes
dentre pedaços do nada que existe ao entorno dessa vida
(fútil) que vivemos todos os santos dias
de nossas vidas (fúteis)
que encontram uma saída de emergência pela lateral,
porque nos sentimos vazios, (muita gente em volta)
tem poucas pessoas ali dentro,
poucas pra dizer oi,
poucas, assim, suave.